Tagarelando

Que dia, viu?

E bote num dia! Um turno tão longo que nem Fevereiro acabando o traria um fim. E tem dia que é assim; que a gente troca dia pela noite, nome de gente, que a cabeça está nas nuvens, que o coração está lento quase parando, e que nossa mente trabalha tão rápido que fica difícil processar o que acontece fora dela.

E tudo bem, viu? Sem mais aquele papinho barato de que “é assim com todo mundo” embora fosse exatamente a justificativa que estava prestes a lhe fornecer.  Quando tudo parece fora do nosso ritmo nos resta apenas seguir dançando engonçadamente como antes, fingindo que se enquadrou bem. Sem reclamar, sem tentar mudar. Sem aquela coisa de “vou dar um jeito nisso”, afinal de contas, a gente nem sempre tem energia para isto.

Mas vai passar. Amanhã é um novo dia, e assim como você, eu espero acordar com aquela velha amiga Disposição ao meu lado, para juntas encontrarmos com nossas colegas Paciência, Determinação, e Alegria. A gente sabe que nem tudo é sorriso, mas dele a gente precisa nem que seja aquela visitinha mais breve que a da vizinha amiga.

Que nossa Quarta-feira seja linda. 🙂

Tagarelando

Welcome to 2017.

Um mês depois.

Sabe quando você passa um tempo sem falar com um pessoa e até parece que perdeu o jeito de falar com ela? Pois bem. É exatamente assim que estou me sentindo quanto a este espaço. Faz tanto tempo que não passo por aqui que estou meio sem jeito, sem saber onde colocar as mãos (figurativamente), as palavras, sem saber para onde olhar. Bem pudera; long time no see.

Apesar de já estarmos em 2017 há 29 dias, este é o nosso primeiro contato, então; Feliz ano novo! Ainda há tempo para falar isto, certo?! Afinal de contas, ainda não estamos no carnaval. Para mim, o ano começou faz tempo. Em vinte e nove dias muitas coisas aconteceram e já vivi um monte de sensações novas. So far o que sei que vem por aí em 2017: muito trabalho, mas se Deus quiser, muitas realizações e felicidade também. Tristeza faz parte (em Janeiro de 2016 fiquei bem doente, lembra?! Pois bem, a doença de Janeiro de 2017 já veio e foi. E sobrevivemos!), ajuda a crescer e a nos preparar para o novo.

Eu comecei o ano cheia cheiiiiinha de esperança de que coisas boas virão. E tu?

Algumas das coisas lindas de 2017 se encontram nas próximas imagens, e todas estas estão lá no meu Instagram.

 

 

De certa maneira, 2017 recomeça amanhã. Será quando iniciarei os preparos para o semestre letivo. Confesso que recomeçar dá um tico de preguiça e inquietação. Também vem a curiosidade para saber o que virá, ao mesmo tempo vontade de fazer coisas diferentes e transformar essa rotina. E ainda bem! Esse feeling é  o que nos tira da zona de conforto, e isto é o que pretendo fazer deste ano.

Eu preciso ser honesta; não sei por quanto tempo farei isto aqui. Desde o último probleminha que tive com a hospedagem do blog fiquei sem estímulo e vontade de cultivar este cantinho que cuidei com tanto carinho. O que posso dizer é que estarei em algum canto soltando minhas tagarelices. Se não for por aqui, vai ser no insta, snap, ou na minha tinyletter (que vou escrever e disparar assim que escrever este post).

E sinta-se livre pra vir conversar comigo; seja deixando um comentário aqui ou em algum desses espaços on-line.

Espero que a semana seja bem produtiva, e que venha muita felicidade pra gente neste ano. <3

Por aí, Tagarelando

16 coisas boas de 2016.

Eu bem que disse que viria por aqui antes desse ano acabar, não foi? E que saudade estava de vir deixar umas palavrinhas por aqui. Ontem uma amiga minha postou um status no Facebook sobre como a gente precisava tentar focar mais na positividade das coisas. Que todo mundo falou  e fala deste ano ter sido complicado já está batido, e eu mesma bati nessa tecla inúmeras vezes. Aí agora estava vendo esse vídeo maravilhoso da Noelle, e resolvi fazer uma brainstorming das coisas boas que aconteceram em 2016, para ver se me sinto um pouco mais leve antes de começar o próximo ano.

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  1. Tirei a proficiência no Inglês. Fiz a prova no ano passado e o resultado saiu em Janeiro. Eu passei um tempão estudando e tentando me dedicar à prova.
  2. Continuei tentando emagrecer um tico. E você pode pensar que foi um fail, mas apesar de muitos fails durante o ano, o que importa é o fato de ter continuado a tentar. Um dia, a gente consegue. E eu até perdi um tico de peso. E aí veio Dezembro, o Natal, as confras, e eu parei de contar.
  3. Voltei a ter um journal. Eu passei um ano sem escrever algo tão pessoal. Aí nesse ano recomecei, e estou feliz e ter continuado e escrito bastante nesse período.
  4. Viajei novamente. Gostaria de ter viajado mais, mas estou muito feliz e grata de ter conhecido um lugar novo e uma cultura diferente da nossa. E também em ter ido com Diego. Nos divertimos bastante. <3IMG_2103
  5. Li bastante. Não vou chegar a falar da minha meta porque ainda quero escrever outro post, mas foi bem mais do que eu esperava e bem mais do que li no ano passado.
  6. Trabalhei bastante, e isso foi bom visto que muitas pessoas perderam seus empregos. Algumas partes dessa jornada profissional foram bem difíceis, mas fiquei feliz com cada desafio superado e cada pequena mudança que fiz.
  7. Da mesma forma, continuei tentando me manter organizada. The struggle was real, mas consegui encontrar um padrão para fazer minhas coisas nos prazos certos. Profissionalmente, deu certo. Quanto ao que acontece em outras áreas da vida, ainda há o que fazer.
  8. Vivi momentos legais em família, e me descobri ainda mais titia babona que antes. Se você me vê um tiquinho no snapchat, ou até no insta stories, viu um tiquinho de Miguel brincando por lá nesse ano.captura-de-tela-2016-10-01-as-08-19-28
  9. Comecei uma newsletter. E é massa começar coisas novas. Tudo bem que preciso me organizar para escrever mais nela, e não uma vez a cada duas semanas, mas ainda assim foi um passo.
  10. Também dei o ponta pé inicial para 2017. Eu acredito demais que para realizar os nossos planos, não dá para esperar o ano novo chegar. Time is now. A gente precisa parar de adiar nossos planos em função de dias, horas, ou anos. Quando algo não depende da gente, tudo bem. Precisamos esperar boa vontade ou processos burocráticos. Por outro lado, quando alguma coisa depende 100% de nós, devemos nos motivar (ou buscar algo que nos motive) para agir. E nesse ano consegui começar a pensar assim. Faz pouco tempo, mas lesson learnt.

  11. Mantive os amigos queridos por perto. A gente se prende muito por causa da rotina. Acabamos deixando coisas que realmente importam de lado. Sempre precisamos melhorar nesse ponto, mas fico feliz pelos dias em que liberei um horário na agenda para almoçar na casa de uma amiga, tomar um café e comer torta, passar um tempinho rindo e conversando sobre as coisas da vida. É bom quando a gente cultiva o carinho das pessoas, e quando elas nos retribuem.
  12. Resgatei amigos. Sabe aquela amizade que o tempo vai levando e você vai deixando pra lá? Quando acontece alguma besteira que acaba te afastando das pessoas? Consegui reverter algumas delas. E foi bom.
  13. Conheci pessoas novas, que quero manter por perto. Abri a mente e também consegui ver outro lado de outras pessoas, o que surpreendentemente nos aproximou. Eu fiquei tão feliz com isso!
  14. Continuei estudando Francês. Dei um pausa no fim de ano, mas quero muito continuar aprendendo outra lingua. Quero conseguir ir para a França um dia e sem precisar recorrer ao Inglês pra isso.
  15. Superei algumas crises que aconteceram ao longo de 2016, tipo pensar que não era boa o suficiente para fazer qualquer coisa que fosse, e ficar me aperriando por qualquer coisinha. Esse é um trabalho contínuo, mas fico feliz em ter conseguido get my shit together.
  16. Aprendi muito. Sobre mim mesma, sobre outras pessoas. As dificuldades me fizeram crescer e amadurecer, o que pode parecer cliché, mas que foi imensamente mais significativo que em todos os outros anos até então.

E o que aconteceu de bom nesse ano pra ti?

Por aí, Tagarelando

Alterações extraordinárias

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Minha gente, blogmas cadê?!

E dessa vez, juro que não foi por nada. Estava com os posts planejados e bem organizadinhos, mas nesses dias o blog tem me deixado um tico triste com umas quedas no servidor e intervalos de 24h fora do ar. São nessas horas que a gente pensa sobre a internet não ser terra de ninguém mesmo, e como até um espacinho virtual precisa ser comprado. haha

Estou pensando no que fazer quanto ao probleminha com o servidor, mas até lá vou deixar este cantinho um tico parado. Antes do ano acabar volto, prometo, mas preciso me organizar e pensar no que fazer. Triste pro blogmas. Tudo estando resolvidinho, podemos retomar aos posts que gostaria de fazer, mas numa edição verão escaldante Recifense.

Bem, se sentir saudades, ainda temos alguns posts do blogmas que passaram por aqui, e estou nos cantinhos de sempre:

Ótimo dia pra ti. 🙂

Cultura, Lee Indica

O que ver no YouTube. (11/25)

Quem me acompanha por aqui há tempos, sabe que sou rata de YouTube. Tanto que meu TCC foi sobre ele. Confesso que ultimamente tenho deixado de seguir vários canais grandes por abuso; parece que todo mundo está produzindo o mesmo tipo de conteúdo e acabou-se criando “uma fórmula” para “dar certo” na plataforma.

Ainda assim, é possível descobrir gente legal que faz conteúdo interessante sem ficar forçando a barra. Cá estão quatro pessoas que venho acompanhando sem me abusar nos últimos tempos.

  • Monica Church – Acho que cheguei ao canal da Monica depois de passar pelo da irmã gêmea dela. Com o passar do tempo, acabei deixando de seguir a irmã dela, mas continuei com a Mônica. Ela tem dois canais, mas o que gosto mesmo é esse dos vlogs dela.
  • Lu Ferreira – Eu confesso que no começo nem gostava da Lu. Eu lia o blog dela, o Chata de Galocha, mas fui deixando de me identificar. Parei de segui-la, e depois de um tempo, comecei a acompanhar o canal dela. A Lu tem uma filhinha super fofa e está sempre trazendo vídeos e ideias novas nos vídeos, tirando que a personalidade dela é ótima.
  • Carrie Fletcher – Talvez o sobrenome não te seja estranho. O irmão da Carrie é um dos vocalistas de uma banda que eu acompanhava DEMAIS na adolescência, a McFly.  De vez em quando ainda escuto algumas músicas deles, mas algo que acompanho mesmo são os vídeos do It’s way past my bedtime. Ela é uma Britânica fofa que está sempre falando de coisas pertinentes e mostrando o dia a dia como atriz. Acho que até já falei do canal dela por aqui.
  • Lexie – Outro canal que foge das coisas que você vê em todos os canais é o da Lexie, queria que conheci aqui. A Alê tem feito uns vídeos massa sobre o bullet journal dela, mas também trás vários assuntos interessantes nos vídeos. O último foi sobre umas mudanças que ela está fazendo no quarto, e eu estou super curiosa para ver no que vai dar.
Por aí, Tagarelando

As férias que quero em fotos. (10/25)

Eu nem vou ter férias plenas agora, mas todo fim de ano tenho – assim como a maioria dos professores – alguns dias de descanso para organizar a vida e aproveitar as comemorações de fim de ano. E como já foi dito inúmeras vezes, 2016 foi um ano complicado. Mesmo tendo poucos dias até trabalhar novamente, vou aproveitar todo o tempo que puder para descansar ao máximo.

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Quero dormir bastante. Durante esse último mês, tive alguns momentos de insônia anormal. Durante a última, acordei de 2 da manhã e só consegui dormir novamente perto das 5. Por mais que a gente tente, o sono demora a ser reposto. Talvez por causa disso, estou me sentindo mais cansada que o de costume.

 

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Sair e fotografar bastante! De vez em quando fico vendo o blog da minha xará, e babando nas fotos dela. Venho tentando entender de edição e tirar fotos diferentes. As fotos podem ser uma oportunidade a mais pra isso.

 

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Praia! Por favor, pelo amor. Preciso passar manhãs de boa recebendo vitaminas solares. <3 Recife é uma cidade quente – MUITO quente, na verdade – e nos últimos dias (onde o calor está extremo) em especial, venho desejando passar horas pegando um bronze.

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Se der, quero viajar. Nem que seja pra pertinho, por pouquinho, com o amorzinho. Apenas quero.

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A foto acima é auto-explicativa, eu espero. hahaha

E o que você quer de Janeiro? 🙂

Lee Indica, Tagarelando

O blogmas até aqui. (9/25)

Olha, e eu tentei postar no dia e horário que queria, mas esse post ficou preso na minha mente sem que eu conseguisse sentar num canto para escrever. Quem ficou vendo meu insta nesse fim de semana notou que foi bem movimentado. Encontrei uns amigos, organizei mil coisas, comprei umas besteirinhas pro Natal, enfim. Daí decidi passar aqui para deixar um post bem geral do que houve no blogmas até então. Caso tenha pedido algum post, esse vai te quebrar um galho.

Here it comes. (1/25) – O primeiro post do blogmas!

A semana em seis cliques (2/25) – Umas fotos fofinhas. Apenas.

As leituras do mês (3/25) – Um tico paradas, mas vou dar uma boa andada com elas logo logo. VEM NI MIM, FÉRIAS!

Sobre ver toda a imagem (4/25) – Que foi um texto bem reflexivo. E tenho muitos outros que quero parar para discorrer.

Como não começar uma Segunda-feira (5/25) – O que vai ser ótimo pra ti, já que amanhã é Segunda. Yay!

Três coisas que ajudam a estudar um idioma (6/25) – Massa para quem está estudando ou querendo começar a estudar uma língua nova. Dei algumas dicas que foram e são úteis pra mim.

Os seriados que estou vendo (7/25) – Que pode ser massa caso você esteja catando o que assistir nesses dias.

O que ler ou ver hoje. (8/25) – Na verdade, o ler ou ver em qualquer momento. <3

Tcharam! Espero ir desacumulando os posts entre hoje e amanhã. Vejamos o que sairá. Ótimo fim de Domingo pra ti! 🙂

Lee Indica, Leitura

O que ler ou ver hoje (8/25)

Infelizmente, eu sou o tipo de pessoa que salva mil links e acaba esquecendo de checa-los. Provavelmente a maior parte deles está lá no Facebook, mas também guardo vários no pc ou no navegador e esqueço. Aliás, minha mãe reclama bastante do meu esquecimento seletivo também: quando compramos frutas para que eu possa carregar na bolsa num dia em que estiver com pressa, costumo esquece-las. Agora, acabei de lembrar que tenho quatro potes vazios no meu locker do trabalho, e estão lá há umas três semanas.

Decidi catar por aqui alguns desses links que se acumularam ao longo das semanas. Hoje é um feriado religioso aqui em Recife, então se você estiver de bobeira, esses  links podem ser uma boa. Se você não está em Recife e teve que ir trabalhar (eu vou trabalhar hoje à noite haha), talvez seja um bom post para ler antes de dormir e, quem sabe, salvar algumas ideias para colocar um prática no final de semana.

  • SEMPRE que passo pelo Pequenos Monstros eu fico pensando que preciso de uma pequena mudança de vida. Pois bem, nesse link eles falam um pouco sobre trabalhar online. Para quem quer investir mais nisso, é uma boa.
  • Para quem quer se aventurar na cozinha, duas dicas: esses churros e os bombons de sorvete (que parecem ser incríveis).
  • Eu tenho um problema com embalagens de presentes. Não consigo fazer aqueles embalagens lindas e fofas: comigo é embalar como quem amassa uma bola de papel para jogar nos amigos. hahahaha Então, caso tu tenhas o mesmo problema, cá vai um mini help.
  • O catraca livre aqui de Recife criou esse post com locais para fazer piquenique por aqui. Lembra do que eu fiz com Diego? Foi no Parque da Jaqueira.
  • Se você acompanha a minha newsletter, viu que escrevi sobre minhas newsletters favoritas, e já conhece a Emma Gannon. E tem esse post massa no site dela falando sobre o termo “networking”. Para mim, foi uma nova perspective.
  • Finalmente, eu vi o Rewind desse ano no YouTube, e adorei. <3

E aí está. Meio que um mini-Frankenstein, mas coisas bem legais para checar. E tu tens algum link para recomendar hoje? 🙂

Cultura, Lee Indica

Os seriados que estou vendo. (7/25)

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Apenas para desencargo de consciência: ontem não rolou esse post porque – não sei se você notou ou tentou vir aqui ontem, mas – o blog estava fora do ar. Agora, tudo de volta ao normal. E, se der tudo certo, hoje teremos dois posts. <3

Se não estou trabalhando nem caçando o que ler, estarei certamente procurando seriados e filmes legais para ver. E eu tenho, genuinamente, uma lista no celular com vídeos / filmes / seriados que preciso ver porque alguém recomendou, ou porque o título e plot pareceram interessantes. Quando estou entediada, checo a lista e escolho um item. Mas os seriados que estou vendo, na verdade, venho acompanhando faz um bom tempo.

Supernatural é um exemplo disso. Eu lembro do primeiro episódio que vi, quando ainda era adolescente (me sentindo INCRIVELMENTE adulta, porém creia). Eu dividia o quarto com minha prima e Biel (se você já o viu no meu snapchat, então sabe que faz tempo porque ele está maior que eu), e ficava esperando que eles dormissem para que eu pudesse ligar a tv bem baixinho e ver o seriado, que passava no SBT depois dos filmes de sexta-feira. Ou seja: passava lá pelas tantas da madrugada, e eu tinha que esperar o filme (geralmente ruim hahaha) acabar para assistir. Com o tempo, eu fui pegando um tico de abuso porque acredito que embromaram muito na história. Por outro lado, foi bom ver os personagens evoluindo, e eu acabei criando muito carinhos pelos atores. Hoje estou revendo temporadas antigas porque perdi um pouco a linha da última que fizeram, então decidi voltar para recomeçar. Doida? Sim. Férias estão aí para isso.

Outro seriado que não abro mão de assistir toda semana é The Walking Dead. Eu A-M-O tudo que envolva apocalipse e zumbis. Sério. Se lançar algum filme com zumbis e apocalipse, eu certamente estarei lá na pré-estréia. Sobre a atual temporada (porque eu estou acompanhando e vendo todos os episódios direitinho, ao mesmo tempo que vejo episódios antigos no netflix), eu penso que aconteceu muitos (MUITOS) nadas. Ao mesmo tempo que vem acontecendo muitas coisas nos episódios, parece que estão embromando horrores também, então estou na bipolaridade de amar e odiar. Acho que no Domingo que vem sairá o último episódio antes das férias, então deve acontecer um monte de coisas para segurar todo mundo pros episódios pós-férias. Aí vai ser bom e uó. Viu? Bipolar.

Comecei a ver Gilmore Girls nesse ano. Me lembro remotamente de quando estudava Inglês e uma amiga da sala acompanhava Gilmore junto com a mãe dela. Na época, não tinha netflix nem um daqueles programas amigos de stream, então eu nunca me animei para catar DVDs. Daí nesse ano comecei no netflix, e BAM! Amei. Aí soube que teria uma temporada produzida pelo Netflix de fiquei LOUCA de ansiedade para assisti-la. Chegou Novembro, assisti tudo, e curti. Claro, tenho uns comentários para fazer sobre Rory mas deixo para outro post.

Nesse ano, descobri o Chef’s Table, que é um documentário produzido também pelo Netflix e que conta a trajetória de alguns Chefs de restaurantes ao redor do mundo. É muito interessante, e eles possuem 2 temporadas até agora. Bom, depois de vê-las, descobri que também tinha o Chef’s Table: France. Confesso que não fiquei tão animada de primeira por um tico de pé atrás com Franceses. Mas olhe: que seriado sensível! É curtinho, acho que tinham 4 ou 5 episódios apenas. Foi ótimo para treinar o Francês, mas eu fiquei bem emocionada com as histórias que vi. Elas não tem ligação, então você pode ir salteando para assistir. O meu episódios favorito foi o da chef Adeline Grattard.

And that’s it. O que andas vendo? 🙂

Lee Indica, Organização

Três coisas que ajudam a estudar um idioma. (6/25)

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Sendo professora de Inglês, você poderia pensar que eu daria – com propriedade – vários conselhos para quem está estudando uma língua. Por algum motivo, dar aula me “tornaria apta” a falar sobre o assunto. Por muito tempo, para quem me perguntasse sobre os melhores métodos para estudar, eu falava um apanhado de coisas que funcionaram para mim (ou que deram certo com pessoas que eu conhecia) na época em que eu estudei Inglês, e que lá no fundo, todo mundo já faz: escutar músicas, conversar com gringos online, traduzir (com moderação), ler bastante, ver vídeos na internet, escrever.

Aí fui estudar Francês. E confesso que, embora essas dicas tenham funcionado e continuem dando certo, sentia que precisava mudar um pouco a maneira como estudava. Sendo assim,e  bom deixar claro que tudo o que você vai ler faz parte das minhas experiências apenas. Confesso que fazia muito tempo que não estudava como uma aluna. Talvez isso seja um pouco confuso, mas mesmo quando eu estudei para tirar meus certificados de language, por exemplo, eu não me sentia uma aluna. Me sentia uma professora que estudava, mas não conseguia me enxergar no lugar da aluna. Doido e contraditório, né? Yes, I know.

Fui para uma sala de aula por dois anos e, depois que não conseguia mais me adaptar ao método, comecei a ter aulas particulares de Francês. Foram com essas experiências que mudei um pouco minha forma de aprender, e comecei a me readaptar. Não foram mudanças gigantescas, mas fizeram diferença na rotina.

Um dia estava vendo um vídeo sobre dietas e exercícios físicos (não estou mudando de assunto, calma), e ouvi algo sobre como só conseguimos mantê-los quando os incorporamos dentro da rotina que já existe. Por exemplo; se você passa a manhã fazendo tarefas domésticas, deveria fazê-las mais intensamente para gastar mais calorias. Foi assim que comecei a praticar um tico mais de Francês. Eu já assistia muitos vídeos no YouTube naturalmente, mas 80% do conteúdo era em Português e Inglês (talvez, no seu caso, esses 80% sejam em Português), então catei Youtubers Franceses e os inseri nessa rotina que já acontecia (mesmo que eu não entenda 50% do que eles falam pois ELES NÃO RESPIRAM, JURO). Passo muitas horas do dia com o celular por perto, então também inseri conteúdo em Francês nas minhas timelines (instagram, twitter, facebook). Eu já lia antes de dormir, mas ao invés de ler em Inglês, comecei a tentar ler em Francês. Com o tempo, vi que estava aprendendo vocabulário e expressões sem nem perceber.

Por mais que a gente tente, outra coisa é inevitável: fugir da gramática. Em algum momento, você vai precisar sentar e estuda-la, mas para mim o essencial foi ver em como ela seria útil on a daily basis. Não queria memorizar a regra de “você vai usar esse verbo assim para falar de ações que tiveram início e fim”, mas ver aquilo na prática. Depois de estudar algum tempo verbal, eu ficava tentando incluir aqueles verbos em um texto ou ler conteúdo na internet que o tivesse. Quando estudava Inglês, me preocupava muito em sentar e fazer exercícios num workbook, que são necessários, mas eu senti que conseguia aprender mais tentando produzir algo. Acredito que os dois são uma combinação perfeita.

Por fim, eu digo: Grave-se. JURO. Há algumas semanas, fui falar com Nina (minha amiga e professora particular) e decidi mandar um audio falando um tico em Francês para matar a saudade (precisei parar minhas aulas durante Novembro e Dezembro para ajeitar a vida, mas já marcamos de voltar em Janeiro). Depois disso, eu e outra amiga começamos a trocar audios em Francês (mas a gente acabou esquecendo e continuou a conversa em Português no dia seguinte hahaha). Mas você pode fazer isso sem necessariamente mandar para outra pessoa, pode gravar vídeos e snaps para salvar no celular, enfim. Você vai ter material autêntico para analizar pronúncia, intonação, pace, entre outros fatores. Tirando que você vai sentir menos ansiedade ao falar o idioma. Depois que comecei a me gravar, percebi que diminui os meus “huuum” / “eeeh…” enquanto falo.

Bom, essas coisinhas pequenas tem me ajudado bastante ultimamente. E o que tu fazes para estudar uma língua?